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Concurso Paranaense de Aquapaisagismo – 2012
O prazo para as inscrições está terminando, aquapaisagistas paranaenses, não esqueçam de se inscrever!

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Concurso Paranaense de Aquapaisagismo – 2012
O prazo para as inscrições está terminando, aquapaisagistas paranaenses, não esqueçam de se inscrever!

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Reunimos aqui uma sequência de vídeos que mostram os Tangs em seu habitat natural:
Eles fazem parte de um documentário da National Geographic, chamado Jóias do Rift. Existe a opção de ativar legendas traduzidas para estes vídeos, é só clicar no “CC”, selecionar a opção “Transcrever áudio” e logo depois clicar novamente e selecionar “Traduzir Legendas”, escolhendo a opção em Português.
Assista e fique maravilhado com todos os peixes, invertebrados e outras preciosidades presentes no lago!
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A todas que participam do nosso maravilhoso hobby, seja diretamente como aquarista ou indiretamente, como mãe / esposa / filha / irmã / namorada / prima / amiga de algum(a) vidrado(a) por aquários como nós, um Feliz Dia Internacional da Mulher!
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Gente nova no pedaço…
Olá a todos, para o pessoal que ainda não me conhecia, muito prazer, meu nome é Cinthia e escrevo para a revista, pelo Sekai Scaping, desde a Aqua #9. Para os que já me conhecem… E aí pessoal, beleza?
Nesta edição vamos conhecer um vidrado por plantados que já recebeu vários prêmios nos concursos de aquapaisagismo, viajaremos para a Alemanha através das páginas da matéria sobre o Aquadom, aprenderemos a diferenciar as inúmeras variedades dos Red Crystal e entenderemos as características do Lagostim Vermelho, um invasor perigoso. Aumentaremos nosso conhecimento sobre plantas aquáticas, carpas, jumbos e ficaremos a par das notícias mais recentes do nosso hobby, além é claro de encontrarmos sugestões de fauna para pequenos lagos e sermos alertados sobre a abominável prática de tingir anêmonas.
Tudo isto não estaria completo se não tivéssemos uma aula incrível sobre a relação entre a reprodução e a evolução das espécies e confirmássemos, ao final de tudo, que a união faz a força tanto no aquarismo quanto na vida!
E agora, gostaria de aproveitar o restante deste espaço para deixar um agradecimento especial a todos os articulistas que colaboraram na Aqua #14.
À dona Chantal, dizer que não sei o que seria de mim sem você por perto, nas horas boas e más, seria pouco para expressar a minha gratidão por tudo, muito obrigada pelo apoio; ao Alex, que me encanta a cada texto que produz; ao Daniel que concordou em escrever um pouco sobre os monstrinhos que ele tanto gosta; ao Correia que fez inveja a todos nós e visitou o Aquadom de pertinho; aos meninos da Aquabase, Luca e Lorson, por todo o carinho e dedicação com as fichas; ao Adriano, o garoto dos textos quilométricos que é doido o suficiente para me deixar fotografá-lo; à Veridiana que, mesmo super ocupada com a sua especialização, ainda conseguiu um espaço na agenda para escrever um belíssimo texto sobre o Lagostim Vermelho, desejo boa sorte em sua monografia!; ao Reinaldo Chen e Matias, pela maravilhosa contribuição sobre o grande problema que a prática de tingir anêmonas acarreta; ao André, que conseguiu um tempinho para nos ensinar sobre a origem da Asagi e, para finalizar com chave de ouro, ao Sprung pela maravilhosa matéria de capa, que conseguiu passar informações complexas de maneira simples e didática.
Saibam que todas as matérias desta edição foram escolhidas a dedo e criadas e revisadas com todo o nosso carinho e atenção.
Agora chega de mimimi e vamos ler a revista!
Cinthia Emerich, Editora-Chefe
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Aquamatéria originalmente publicada na edição #13, páginas 20 – 24.
Por: Frederico Ramos Ilustrações: Danilo Vieira
Quando eu tinha 14 anos (1984) e comecei no mundo dos marinhos, os aquários se limitavam à caixa de vidro onde ficavam os peixes e só. A reposição da água evaporada era feita de modo aleatório, nem sempre na medida correta e somente quando notávamos alterações no nível do aquário. O aquecedor ou termostato ficava dentro do aquário também, o que não contribuía em nada para a estética do nosso pedaço de fundo do mar. Com o tempo surgiram os filtros dry-wet que substituíram os filtros biológicos de fundo, parte do aquário passou a ser destinado a elementos filtrantes. Então surgiu o primeiro “pseudo-sump”: a água transbordava do aquário para esse compartimento fechado delimitado por um sexto vidro e retornava por uma bomba de recalque. Agora o nível abaixava dentro do dry-wet, mantendo constante o nível dentro do aquário. Entretanto, se o nível abaixasse demais, a pequena bomba poderia ficar fora d’ água e queimar, pois a reposição da água evaporada era feita manualmente também.
Adequando os espaços
O dry-wet foi ficando cada vez maior e contendo elementos dentro até alguém sugerir que fosse retirado do aquário e colocado abaixo dele, com bastante espaço para os materiais filtrantes e tudo mais que o aquarista quisesse colocar dentro. O melhor é ganhar de volta o espaço perdido pelo uso do sexto vidro, facilitando a manutenção do nosso aquário. Surgiram então os primeiros móveis adaptados para manter o aquário em cima e um compartimento embaixo para guardar o novo “sump”, com portas para esconder a bagunça.
Hoje existem aquários com vários sumps, reservatórios extras, refúgios e tudo mais que facilite a nossa vida e acomode melhor nossos peixes e invertebrados. O quê, então, seria um sump básico? Uma caixa, que não necessariamente tem que ser de vidro, (eu mesmo gosto das caixas de plástico) onde vamos colocar o básico: skimmer, aquecedor, bóia de nível e bomba de recalque.
A importância da altura
O nível dentro do sump deve ser tal que suporte a água que volta do aquário quando desligamos a bomba de recalque. Geralmente deixamos o nível em 1/3 da altura do sump e 2/3 deixamos livre. É importante que a bomba de recalque fique sempre submersa com uma folga de pelo menos 5 a 10cm para não corrermos o risco dela trabalhar no seco nem puxar ar da superfície do sump.
A bóia da reposição da água evaporada pode ser elétrica ou mecânica. A elétrica aciona uma bomba que fica dentro do reservatório de reposição de água deionizada. A bóia mecânica é a que usamos em nossas caixas d’ água para mantê-las sempre cheias.
Uma desvantagem deste modelo é exatamente ter um nível só, o que prejudica o funcionamento do skimmer, no caso de uma falta de luz ou manutenção na bomba de recalque. O skimmer é muito sensível à variação de nível e deve ser preferencialmente instalado em um compartimento com nível constante.
Avançando na estrutura
Neste modelo a água que vem do aquário cai primeiro no reservatório de nível constante, onde fica o skimmer. Independente da quantidade de água que caia, ela sempre vai transbordar para o segundo compartimento, mantendo o skimmer funcionando sem alteração de nível.
Com a evaporação, o nível d’ água vai baixar sempre no último compartimento, onde fica a bomba de recalque. É aí que devemos colocar nossa bóia. Alguns skimmers soltam muitas bolhas que podem ir para o aquário, o que não é desejável. A solução é a instalação de um quebra-bolhas: é um labirinto de placas de vidro que faz a água percorrer um caminho mais longo até as bolhas subirem à superfície e estourarem. Os vidros são colados alternadamente em alturas diferentes para formar um labirinto.
Sump e refúgio
Alguns aquaristas gostam ainda de criar dentro do sump uma área destinada ao refúgio. O refúgio nada mais é que um compartimento onde pequenos crustáceos, poliquetas e outros animais podem proliferar sem predação. Pode conter substrato e rochas vivas e muitas vezes têm seu ciclo de luz trocado com o do aquário para manter o pH do sistema constante
Como levar a água para o sump?
Essa pergunta pode parecer de simples resposta, mas não é. O modo de captação de água para o sump é muito importante. O desejável é coletarmos água da superfície de modo que toda a nata e sujeira vão diretamente para o skimmer.
Seria mais simples furar o vidro no nível desejado e colocar um flange de PVC. Isso funciona, mas o diâmetro do flange é pequeno e ele não conseguiria coletar muita água. Dependendo da quantidade de água que a bomba de recalque envia, o flange pode ficar até imerso.
O melhor modo é usar caixas coletoras que podem ser externas ou internas mas que tenham uma boa superfície de transbordamento. A água cai primeiro nessa caixa e depois passa pelo flange que vai direcioná-la ao sump por mangueira ou tubo de PVC rígido.
Reparem que elas tem uma boa superfície de transbordamento, uma grade que evita que animais caiam dentro dela e dois flanges. O flange de baixo é o que vai levar a água para o sump. O flange de cima é o ladrão que fica sempre seco. O ladrão atua em situações de emergência como o entupimento do flange principal.
Outros equipamentos que podemos colocar dentro de nosso sump:
• Reator de cálcio;
• Carvão ativado (em saquinho sou em reatores fluidizados);
• Reator de kalkwasser;
• Resinas removedoras de fosfato e silicato;
• Sensores de PH, ORP;• sensor de temperatura;
Todo equipamento colocado dentro do sump garante que água não vaze para o chão em caso de falha do equipamento. É recomendável a todos os iniciantes que mantenham seus novos equipamentos dentro do sump.
O sump deve ser o maior possível, desde que caiba dentro do móvel. Geralmente separamos ¾ do comprimento para o sump e ¼ para o reservatório de água deionizada.
A altura deve ser tal que não dificulte a manutenção. Algo entre 35 e 50 cm é o ideal.
Antes de adquirir um aquário com móvel, sump e outros equipamentos, pesquise a necessidade dos animais que você deseja colocar no seu aquário. Quanto mais complexa a manutenção dos animais, maior a quantidade de equipamentos e consequentemente o espaço necessário dentro do móvel.
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Evento de Comemoração do aniversário de 3 anos da Comunidade Aquaflux
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O centímetro mais caro da aquariofilia mundial!
Jeboehlkia gladifer é o centimetro mais caro da aquariofilia mundial.
Um único exemplar de 3cm foi coletado em Curaçao por um mini submarino a cerca de 250 metros de profundidade, é extremamente raro e muito dificil levá-lo para a superfície, já que durante o trajeto ele pode sofrer uma embolia e morrer, ele está sendo vendido pela aquatouch.com para ajudar nos custos da expedição cientifica, o preço é de US$8000,00, claro que o preço está sendo questionado pela grande maioria dos aquaristas, mas a causa é muito boa e o peixe é um dos mais raros.
Essa é uma contribuição de Matias Ilhabela, moderador do fórum BrasilReef, que discute o aquarismo marinho com muita qualidade.